Softwares.
O que é: Trojan?
Malware , Adware Turkojan,Cavalo de Troia e outros.
... Os virus acima em breve , mais informações sobre eles!!..
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Espécie de virus muito perigosso!!!
Sasser

Tendo se consagrado como o primeiro vírus a se espalhar sem a intervenção do usuário, o Sasser (W32/Sasser.worm) apareceu pela primeira vez em 2004, atingindo sistemas mais antigos como Windows NT 4.0, XP e Server 2003. Ele utilizava uma falha no Local Security Authority Subsystem Service (LSASS), que ironicamente é um processo responsável por reforçar as políticas de segurança do SO.


Jerusalem, também conhecido como Sexta-feira 13 (1987)

Como um dos primeiros vírus de MS-DOS, o Jerusalem afetou muitos países, universidades, instituições e empresas de todo o mundo, infectando milhares de computadores. O Jerusalem era impiedoso: na sexta-feira 13, o vírus apagava todos os arquivos executáveis no disco rígido infectado, supostamente em nome de AL AH:

Morris, também conhecido como Internet Worm (novembro de 1988)

Este antigo worm de internet infectou mais de 6.000 computadores nos EUA rodando Unix, incluindo alguns da NASA. Robert Morris, estudante da Universidade Cornell (EUA), diz que o criou para saber otamanho da internet. (Ele foi condenado na Justiça a pagar US$ 10.000.)

O worm causou até US$ 100 milhões em danos, mas seu código era falho: um computador podia ser reinfectado tantas vezes que se tornava quase inutilizável. Um sinal de que o autor não sabia muito bem o que estava fazendo: neste trecho de código, ele diz “Não sei quantos…”

The Blaster Worm

Também conhecido como Lovesan, o Blaster surgiu em 2003 e utilizava os computadores infectados como zumbis para organizar um gigantesco ataque de negação de serviço (DDoS) contra o site de atualização do Windows. Além disso, as máquinas também apresentavam instabilidade no sistema e fechavam o SO sem nenhum motivo aparente.

CIH, também conhecido como Chernobyl (1998)

Este vírus infectava arquivos executáveis ??do Windows 95, 98 e ME, substituía a BIOS, e permanecia na memória do PC. Ele substituía os dados no disco rígido do PC infectado, tornando-o inoperante.


Melissa (1999)

O vírus Melissa era enviado através de e-mail para diferentes usuários, e conseguia se multiplicar em arquivos do Word e Excel e se enviar em massa por e-mail via Outlook, sobrecarregando servidores de internet.

 ILOVEYOU

Com suas primeiras vítimas registradas no dia 5 de maio de 2000, o ILOVEYOU (por vezes chamado de Love Bug ou Love Letter) foi disseminado via email, se escondendo em um documento de texto simples que teoricamente era uma carta de amor escrita por um admirador secreto do destinatário.

 

David L. Smith, o autor deste vírus em macro do Microsoft Office, era definitivamente um fã de Os Simpsons. Em alguns casos, o vírus exibia a seguinte mensagem: “Vinte e dois pontos, mais pontuação tripla na palavra, mais cinquenta pontos por usar todas as minhas letras. O jogo acabou. Estou fora daqui.”  Este trecho, assim como o apelido “Kwyjibo” de David, fazem referência ao segundo episódio da série.

I Love You, também conhecido como vírus Lovebug/Loveletter (maio de 2000)

Um programador em idade escolar de Manila, Filipinas, escreveu este vírus infame. Sua criação amorosa se espalhava via e-mail (assunto: ILOVEYOU, anexo: LOVE-LETTER-FOR-YOU.TXT.vbs, mensagem: “por favor verifique o anexo CARTADEAMOR vindo de mim”), e apagava todos os arquivos “jpeg” e “jpg” em todas as pastas de todos os discos que pudesse acessar. Nada romântico.

 Storm Worm

Descoberto em 17 de janeiro de 2007, o Storm Worm ganhou esse nome por se fantasiar como um email aparentemente inofensivo que noticiava a morte de 230 cidadãos em uma fortíssima tempestade na Europa. Ao clicar na mensagem, o internauta era instantaneamente infectado por um cavalo de Troia. Contudo, mais perigosa ainda era uma versão alternativa do vírus, capaz de transformar o PC contaminado em um zumbi para que o cibercriminoso pudesse utilizá-lo em sua rede de máquinas remotamente controláveis.

 

O worm Code Red (julho de 2001)

Esta pequena criação diabólica infectou dezenas de milhares de servidores web que rodavam Windows 2000 e Windows NT, bem no início do século XXI. O Code Red trocava as páginas atacadas pelo texto “Hacked by Chinese!”. Ele conseguia rodar inteiramente na memória RAM, sem deixar arquivos. O dano que ele causou foi estimado em US$ 2 bilhões.

Blaster, também conhecido como Lovsan e MSBlast (2003)

Este worm infectou centenas de milhares de computadores através de uma falha de vulnerabilidade no Windows 2000 e Windows XP. Ele abria uma janela de diálogo, dizendo ao usuário que um desligamento do sistema era iminente. O autor escondeu duas mensagens no código: “Eu só quero dizer TE AMO SAN!” e “billy gates, por que você permite isso? Pare de ganhar dinheiro e conserte seu software!!”

Bagle (2004)

Este worm se espalhava como um anexo de e-mail, atacando todas as versões do Windows. Ele abria um backdoor onde um usuário remoto podia ganhar controle sobre o computador infectado. Notavelmente, o autor escreveu um pequeno poema no código:

MyDoom, também conhecido como W32.MyDoom@mm, Novarg, MiMail.R e Shimgapi (2004)

O MyDoom foi o worm que se espalhou mais rápido por e-mail na época em que surgiu. Ele reduziu a velocidade global da internet em absurdos 10%, e reduziu os acessos aos sites em 50%. Seu código, por sua vez, poderia ensinar alguns conhecimentos básicos, como o alfabeto, o nome dos dias da semana e dos meses em inglês

Conficker, também conhecido como Downadup (2008)

Nomen est omen (o nome é um sinal), como diziam os romanos: este worm vem das palavras “Configuração” e “Ficker” – em alemão, significa “aquele que fode”. E isso resume tudo: o Conficker ferrava com as configurações de rede no Windows 2000/XP/Vista e Server 2003/2008. Ele se propagava formando uma botnet, e infectou computadores de governos, empresas e pessoas comuns no mundo inteiro.

Stuxnet (2009-2010)

Muitos dizem que o Stuxnet – e seu filho do mal, DuQu – são a primeira “super-arma cibernética”. Trata-se de um worm governamental dos EUA e de Israel, feito para atacar instalações nucleares iranianas, mas claro que ele acidentalmente se espalhou para além de seus alvos.

Flame, também conhecido como Flamer e sKyWIper (2012)

Este malware modular e altamente sofisticado infectou computadores com sistema operacional Windows, e atacou sistemas em países do Oriente Médio – principalmente no Irã, Líbano e Síria. Nem precisa dizer que ele faz parte da guerra cibernética bem-coordenada feita por governos de certos países, algo que começou com o Stuxnet.

O Flame era armamento pesado. Ele era tão grande que foi carregado no sistema em partes: primeiro, a máquina era atingida por um componente de seis megabytes, que continha meia dúzia de outros módulos compactados. O Flame deixou de funcionar após ser exposto em público, porque os operadores conseguiam enviar um módulo para desativá-lo. Eis um pequeno pedaço dele: